annelize c.
geminiana, com ascendente em leão.
ano 84.

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  • o poder da palavra.
  • muitas, inúmeras, diversas.
  • life is a highway
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    segunda-feira, fevereiro 26, 2007

    o poder da palavra.

    eu sempre fico extasiada. adoro essa palavra. ela é tão... TCHAN! olha outra que me deixa esfuziante. é incrível, inacreditável, extraordinário, inexplicável, singular como certas pequenas palavras conseguem expressar um incomensurável sentimento. vocês não acham?
    observem atordoado: "fulano estava atordoado". já se imagina o fulano andando de um lado para o outro, que nem uma barata tonta, atónita, parva, sem tino. fora que é muito chique. chique já não me diz muita coisa. não consigo materializar vera loyola quando dizem chique. chique é praticamente cafona. tudo bem que eu uso muito essa palavra, mas ela é tão... fraca. inclusive, ela é tão fraquinha, pobrezinha, que eu nem consigo pensar num sinônimo que a descreva. bizarro, não?
    bizarro e cafona, pelo contrário, dizem tanto. elas carregam tanta informação, que eu nem consigo me concentrar em apenas uma significância visual para elas. adoro!
    adoro, odeio, amo, detesto. verbos sempre são mais fortes. um eu te odeio visceral é como um soco na boca do estômago depois de ter comido um double grill bacon. só nao gorfa (lindo!) quem é muito foda.
    nossa, cheguei aos palavrões. parei por aqui.


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    quarta-feira, fevereiro 07, 2007

    muitas, inúmeras, diversas.

    eu não entendo qual é a das pessoas. tô falando sério. é um saco viver entre gente. todo mundo querendo provar que é algo que geralmente não é. mentindo, enganando, muitas das vezes a si próprio. por orgulho, por maluquice, por insegurança. as pessoas são doidas.
    ninguém se entende. a maioria não se reconhece, nem se conhece. inclusive, essa é uma frase que minha mãe usa muito: "as pessoas não se conhecem".
    com certeza eu estou sendo absolutista demais. isso eu até faço bem. ou não. devo achar que faço e não faço.
    eu não me entendo. eu não me conheço (às vezes faço coisas que eu nem sabia que era capaz). como posso compreender as dores do mundo, os podres dos viventes, se eu sou um poço de confusão? e dos bem turbulentos.
    incrível! o mais engraçado disso tudo, é que eu perco horas, muitas horas MESMO, da minha vida discutindo as ações alheias. elas nem sabem o que tão fazendo. como que eu vou saber?
    que piada.


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